Tudo finalmente acabou

Era tempo. Romperam-se todos os laços, as últimas verdades – e as últimas mentiras foram ditas. Tudo destroçado aqui dentro, não bastou sair da casa, ele teve que quebrar toda a louça, os cristais, até os vidros mais baratos e menos nobres.

Estou numa posta, num amontoado de dor e sangue, trancada nesse cúbiculo, com medo de contatar com pessoas. As horas vão passando e eu sei que não conseguirei ir para as minhas aulas.

Eu não sei se choro, se me debato, se encho de impropérios ou se calo. E não sei mais como se sai disso, embora  já o tenha feito “n” vezes. Eu não sei mais.

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